Revivendo o que nunca viveu XD

Salve, salve galerinha do mal!!

Sei que o catapulga está sendo penetrado constantemente, apesar de até agora só haver um comentário, e ainda por cima ser de um dos editores (apesar que até agora só eu, Zezinho postei nessa porra). Mas, como bons brasileiros, não desistimos nunca!

Achei melhor mudar o layout, deixando o catapulga, com uma carinha um pouco mais bloggueira. Quem sabe assim o pessoal bota fé no catapulga?

Como, faz tempo que não posto nada, e foi algo meio que espontâneo a alteração e esse post, como também levando em consideração que to morto de sono, E, sabendo que ninguém vai comentar porra nenhuma, ainda não sei bem o que escrever.

Bom, já tenho idéia do que escrever, vai ser uma merda, por se tratar de merda mesmo, mas vamos lá.

Como estou sentido que dentre de alguns minutos, terei que me dirigir ao banheiro, para esvaziar o tanque, já que sinto algumas pontadas na curvinha, antes da reta final!! Vou relatar uma cagada um tanto quanto desesperadora que ocorreu comigo.

Pequeno intervalo para o café, me dirijo a sala, do café obviamente! Final de ano, uma funcionária, tem o costume de levar pão e uma mistura gorobenta, do tipo repolho, abobrinha ou sei lá o que, para que seja o recheio do delicioso lanche.

Começo a comer, muito gostoso o recheio, como puderam perceber, não soube identificar o veneno, digo, o ailmento que dali alguns minutos faria eu podrificar a porcelana do trampo, a cagada mais radical e venenosa de toda minha vida eu diria.

Comi, comi com muito gosto, tava tão bom!! Por que não repetir? Sim, no ano seguinte nem cheguei perto, mas ainda não sabia o que me esperava, e nem imaginava tamanha capacidade que meu cuzinho tinha de fazer merda. Mas até então vamos repetir, ok?

Muito bem, volto para minha sala, dentro de 15 ou 20 min. não me lembro ao certo, sinto uma pequena pontada já um pouco adiante da linha de chegada, senti que era um sinal de alerta, alerta grave!

O banheiro mais perto, era bem perto realmente da minha sala. Naquele dia parecia que era o mais longíquo de todos os banheiros. Ao sentir a maldita pontada, me levanto, já praticamente sem cor, mas ainda com muita coragem e ânimo para o ato.

Me dirijo ao banheiro, que fica dentro da sala onde todos estavam se deliciando com aquele ser verde, roxo, azul, bom, nesse momento já não me importava a cor daquilo. O que me importava era dirigir me ao banheiro mais próximo, baixar a calça, cueca e ser feliz!

Ao me aproximar do banheiro, vou abri-lo, mas era impossível, algum cidadão já estava ali trancafiado, esperava eu que fosse algo do tipo uma mijadinha ligeira. No entanto, era mais um defecando, eliminando sua massa defecal de dentro de sim. Foi um momento, que a primeira palavra que me veio a cabeça era CALMA! Comecei a imaginar tudo que sairia de mim, a velocidade que sairia de dentro de mim, e sua densidade. Como também, não conseguia parar de pensar, como aquele pequeno mata burro poderia está fedendo.

O desespero apertando, pessoas ao meu redor puxando papo. Eu ali tentando manter a calma (já praticamente impossível), aquele suor frio descendo da testa. Os minutos que para mim, já tinham virado horas!! Me dirijo ao bebedouro, a estratégia era me acalmar, peguei um copo, enchi de água, e sentei.

Mas aquela maldita água, me parece que foi direto aonde não deveria ir! Parece que queria sair pelo buraco errado. Percebir que deveria contrair os músculos da minha ruelinha ao máximo, pois se escapa-se algo, seria o vexame total!

Ao abrir a porta do banheiro, vejo sair, apenas a bomba ambulante do trampo. Que faz aquele estrago na porcelana e na atmosfera terrestre. Que polui o ar, sem dó e sem piedade.

Mas era um momento, que minha camisa me ajudaria a sobreviver. Dirijo me ao banheiro. Tampa abaixada, perfeita, esperando minhas nádegas sem encaixarem, para a cagada mais desesperadora de toda minha vida. Não me esquecendo do perfume francês vencido que ficou!! Jesus, não desejo issu nem para o meu chefe. Aquele cidadão teria no mínimo comido uns 20 lanches malditos e mais uns trocentos urubus. Não podia acreditar que apenas um cu, pode-se fazer tamanha fedentina.

Sobre o ato de retirar o cinto, abaixar a calça, naquele momento de desespero e ingratidão, foram as coisas mais complicadas a se fazerem. Mas consegui. Nem terminei de baixar a cueca, virei com tudo e encaixei minha nádega branquela e peluda, naquele humilde e gentil vaso sanitário. E vuft! Saiu numa velocidade!!!

Foi instântaneo. Comecei a me limpar, e aja papel higiênico, no que fui da a descarga, judiação daquele pequeno receptor de merda. Havia uma papinha de nenêm grudada em suas paredes, horrivelmente podre, fedida e nojenta. Sim, me superei, digo, meu cuzinho se superou como nunca.

Já estava livre de praticamente todo mal, pelo menos do que estava me incomodando internamente, estava fora de mim, precisava dar descarga o quanto antes, para poder sair daquele esgoto particular que tomei posse por alguns minutos.

E que disse que a descarga dava conta? Aquela merda grudou de uma certa maneira na parede da privada que não havia santo que tira-se dali. Bom, que fosse feliz o infeliz que entra-se depois de mim, naquele recinto.

Enfim, cagada por cagada, jamais comerei aquele lanche tão suculento e maldito.

É issu. E a vontade de ir cagar passou, era apenas um alarme falso, ufa.

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